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"Coletes amarelos" exigem RIC no Ato XXI

"Coletes Amarelos" exigem Referendo de Iniciativa Civil
"Coletes Amarelos" exigem Referendo de Iniciativa Civil -
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REUTERS/Benoit Tessier
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Os "coletes amarelos" prometem não parar de lutar em França até que o governo de Emmanuel Macron lhes dê ouvidos e permita um Referendo de Iniciativa Civil (RIC) que permita ao povo alterar leis sem passar pelo parlamento.

Este foi o mote do Ato XXI do protesto apartidário uma vez mais nas ruas este sábado por toda a França. Desta vez, sem registo de incidentes de maior em Paris neste braço-de-ferro iniciado em novembro.

Envergando um "colete amarelo", Jeremy Gibon, de Le Mesnil-Amelot, um subúrbio de Paris, prometeu que o movimento não vai recuar e vai "continuar a lutar até obter o RIC".

"Porque se aquelas pessoas continuarem no governo, nós não vamos conseguir instalar o nosso sistema. É uma guerra pela exaustão. Se conseguirmos fazer tudo cair, podemos reconstruir alguma coisa. Vamos ter depois todo o tempo necessário para reconstruir porque será para nós", afirmou Gibon.

Oriunda de Saint-Cloud, Agnes Berger também se fez apresentar de "colete amarelo" vestido e garantiu que irá continuar manifestar-se "até à vitória".

"Não vamos desistir porque, hoje, ainda nada foi conseguido. Temos um sistema corrompido e uma elite que governa contra o povo. Enquanto a opinião das pessoas não for tida em conta, enquanto o povo não for a prioridade deste governo, vamos lutar", prometeu.

Para o ministério do interior, este foi o ato menos participado dos "coletes amarelos", com pouco mais de 22 mil manifestantes em toda a França, dos quais 3500 em Paris. Os "coletes amarelos" falam em mais de 70 mil manifestantes em toda a França.

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