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Chuvas intensas travam assistência humanitária

Moçambique depois do ciclone Kenneth
Moçambique depois do ciclone Kenneth -
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REUTERS/Mike Hutchings
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São já mais de 40 os mortos, vítimas do ciclone Kenneth, em Moçambique. Depois da chuva torrencial, o desabamento de terras numa lixeira em Pemba provocou mais seis vítimas. Com os 603 mortos confirmados do ciclone Idai, fazem do último mês um dos mais mortíferos em Moçambique, desde a guerra civil.

Várias organizações humanitárias no terreno lutam agora contra o tempo pare evitar novas epidemias e fome.

As Nações Unidas descrevem o cenário, agravado pela chuva intensa dos últimos dias, como catastrófico.

Em conferência de imprensa em Genebra, a porta-voz da Organização Meteorológica Mundial diz que a causa desta sequência de tragédias está identificada.

Clare Nullis afirma que "os efeitos do Kenneth, tal como os efeitos do Idai, foram intensificados pelas alterações climáticas e a subida do nível do mar".

Em Moçambique, a chuva continua a cair o que obriga as equipas de emergência a parar com muita frequência, atrasando a operação e a chegada da ajuda a todo o país.