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Bienal de Arte de Veneza arranca com presença portuguesa

Bienal de Arte de Veneza arranca com presença portuguesa
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É já este sábado que arranca a Bienal de Arte de Veneza. A 58ª edição do evento tem como tema "Tempos Interessantes", uma reflexão sobre aspetos precários da existência humana e as ameaças às tradições, instituições e relações do mundo pós-guerra.

A representar Portugal está a artista plástica Leonor Antunes, sob a curadoria de João Ribas, ex-diretor do Museu de Serralves, com o projeto "uma costura, uma superfície, uma dobradiça ou um nó".

Pela primeira vez, a representação portuguesa na Bienal de Arte de Veneza foi selecionada através de um concurso promovido em 2018 pela Direção-Geral das Artes.

A pesquisa e o trabalho de Antunes reflete a obra de figuras importantes no contexto da arquitetura de Veneza, como Carlo Scarpa, Franco Albini e Franca Helg e, mais recentemente, Savina Masieri e Egle Trincanato.

O norte-americano Ralph Rugoff, responsável pela Hayward Gallery de Londres, é o curador da Bienal e destaca a função social da arte.

"O espírito da Bienal de Veneza é um espírito de exploração, abertura e experimentação", declarou.

Com obras de acentuado cunho político e social, a Bienal traz ainda até Veneza artistas e trabalhos oriundos de 79 países.

A Bienal de Veneza decorre de 11 de maio a 24 de novembro.