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Leitor portátil de música celebra 40 anos

Leitor portátil de música celebra 40 anos
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O leitor portátil de cassetes está a celebrar 40 anos, numa altura em que as populares "k7" estão também a começar a imitar o ressurgimento do vinil enquanto suporte eleito por muitos grupos independentes de música para lançar novos trabalhos.

Ainda assim, os leitores de cassetes registados e comercializados pela primeira vez pela Sony em 1979 com a designação "walkman" serão hoje um corpo estranho nas mãos de crianças e adolescentes, como o revelou um recente vídeo difundido pela revista portuguesa Visão.

Com a ascensão dos "smartphones", haverá agora pouca gente ainda a utilizar o outrora popular "walkman" até porque outras marcas pegaram no conceito e o leitor evolui.

Quando começou a ler discos compactos (CD), os até aí leitores de cassetes entraram em declínio.

Depois passámos-se para os leitores de ficheiros digitais (MP3). O tamanho do leitor foi-se reduzindo e ouvir música em movimento tornava-se cada vez mais prático e atualmente, faz-se mesmo, pelos "telemóveis espertos" cada vez mais através de serviços de escuta em "streaming" pela internet.

O conceito de música para ouvir em movimento levou John Kanneberg a "abrir" em novembro de 2015 o Museu do Som Portátil.

A coleção permanente e algumas exposições temporárias podem ser vistas pela internet, no Espaço Exposição alocado na memória do telemóvel do respetivo diretor.

Sobre o futuro dos leitores de cassetes, Kannenberg desconhece "qual será o futuro em perspetiva para o 'walkman'."

"Da mesma forma que existe neste momento um certo ressurgimento das cassetes de audio nos circuitos mais independentes da música, o leitor portátil de cassetes também pode voltar a ser um acessório desejado outra vez mesmo que seja apenas pela ala da música mais independente", considera o curador do Museu do Som Portátil.

Dos leitores de cassetes aos atuais serviços de streaming disponíveis nos smartphones, a verdade é já lã vão 40 anos a ouvir música em movimento e o conceito está para durar. Já as cassetes...

Dados divulgados em julho do ano passado pela Companhia Oficial de Tabelas de Venda revelavam uma pequena subida na comercialização de "k7" no Reino Unido, com mais 90% do que as vendidas em 2017, ano em que já haviam dobrado incluisve os números de 2016.

Entre os artistas com as cassetes mais vendidas no Reino Unido em 2018 (até julho), encontrávamos no top3 Kylie Minoque, a liderar a lista, a banda sonora do filme "Guardiães da Galáxia" e os Snow Patrol.