A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.
Última hora

Tensão comercial marca Fórum Económico Mundial

Tensão comercial marca Fórum Económico Mundial
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Produtos como queijo, whisky ou azeitonas estão entre as exportações europeias para os Estados Unidos que vão ser alvo de taxas adicionais. Estes produtos fazem parte da lista publicada agora pelas autoridades norte-americanas. Junta-se a outros produtos já anunciados em abril, no valor de 18,5 mil milhões de euros.

Os Estados Unidos e a União Europeia estão num longo conflito na OMC sobre subsídios concedidos à fabricante norte-americana Boeing e à rival francesa Airbus. As últimas ameaças de imposição de tarifas aduaneiras surgem poucos dias depois das tréguas alcançadas na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China.

Zhu Min, chefe do Instituto Nacional de Pesquisa Financeira da Universidade de Tsinghua adianta que: "a tensão comercial entre os Estados Unidos-China diminuiu e as negociações devem ser retomadas depois da reunião dos dois chefes de Estado - o que é uma ótima notícia. A guerra comercial, no entanto, tem sido uma mudança fundamental nas relações a longo prazo entre a China e os Estados Unidos."

As tensões e a política comercial dos EUA têm vindo a ofuscar a reunião do Fórum Económico Mundial - conhecido como Davos de verão.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, pediu a todos os países que defendam o livre-comércio. Disse ainda "ser necessário promover a facilitação do investimento e, ao mesmo tempo, aperfeiçoar os acordos institucionais que sublinhem a igualdade de direitos, de oportunidades e das regras. Para uma melhor globalização económica e um desenvolvimento que enfatiza o benefício mútuo, o equilíbrio e a inclusão".

O primeiro-ministro chinês promete que a China vai abrir mais o setor financeiro ao capital externo. Adiantando que o país será mais "transparente e previsível" para o investimento estrangeiro.