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Alemanha: CDU e SPD mantém liderança na Saxónia e Brandeburgo

Martin Dulig,  do Partido Social Democrata alemão (SPD), e Michael Kretschmer, da União Democrata Cristã (CDU), líderes das listas na Saxónia
Martin Dulig, do Partido Social Democrata alemão (SPD), e Michael Kretschmer, da União Democrata Cristã (CDU), líderes das listas na Saxónia -
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Michael Kappeler via Reuters
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Na Saxónia e Brandeburgo, na Alemanha, a forte subida da extrema-direita ainda não foi suficiente para desalojar do poder os partidos tradicionais, como se temia.

De acordo com as sondagens à boca das urnas, a CDU matém-se a força mais votada na Saxónia, mas perde sete pontos percentuais relativamente a 2014, não indo além 32%.

O líder, Michael Kretschmer, saboreia a vitória: "Esta foi uma mensagem enviada pela Saxónia esta noite. A larga maioria das pessoas que defende o país de forma positiva, que quer alguma coisa. A Saxónia amigável triunfou. Obrigada a todos".

Mas a extrema-direita fica cada vez mais perto. São apenas cinco por cento a separar a CDU da AFD - Alternativa para a Alemanha. O candidato da AFD, Jörg Urban, tem também fortes razões para celebrar: "Hoje é um dia histórico. O nosso jovem partido, com apenas seis anos de existência, abanou a fortaleza da CDU", afirmou logo que foram conhecidas as primeiras projeções.

Em Brandeburgo, na região de Berlim, o SPD que governa desde a queda do Muro, conseguiu manter a liderança com 27,5% , mas tem não muito longe a AFD, com 22,5%. O líder, Dietmar Woidke, respira certamente de alívio.

Neste estado, a extrema-direita terá subido 13% relativamente ao resultado da eleição de 2014.