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Bolsonaro quer debater a Amazónia na ONU

Bolsonaro quer debater a Amazónia na ONU
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Milhares de incêndios continuam a devastar a Amazónia no que já é considerado o pior desastre da última década.

Para além do Brasil, também foram detetados focos de incêndio na Colômbia e Peru onde se situa parte da floresta.

As críticas voltam-se para o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que já admitiu que não tem recursos suficientes para lidar com a emergência.

A crise está a afetar negativamente a popularidade do presidente e do governo.

Bolsonaro afirma que está determinado em levantar a questão da Amazónia na próxima assembleia-geral da ONU que terá lugar em Nova Iorque entre 17 e 30 de setembro.

"Eu vou comparecer à ONU, nem que seja de cadeira de rodas, de maca, vou comparecer. Eu quero falar sobre a Amazónia, mostrar para o mundo, com bastante conhecimento, com patriotismo, falar sobre essa área, ignorada por tantos governos que me antecederam. Ela foi praticamente vendida para o mundo. Eu não vou aceitar esmola de país nenhum do mundo a pretexto de preservar a Amazónia mas na verdade ela está sendo loteada e vendida", disse o presidente Jair Bolsonaro.

Na segunda-feira, o ministro brasileiro do ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o governo já reatou conversações com a Noruega e a Alemanha depois dos dois países terem suspenso milhões de euros de ajuda destinada à preservação da floresta.