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A Amazónia continua em perigo

A Amazónia continua em perigo
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A área ardida, na Amazónia, mais do que duplicou durante o mês de agosto, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Aliás, a área ardida na Amazónia, entre janeiro e agosto de 2019, já é maior do que aquela que ardeu em todo o ano de 2018. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

No terreno continuam os militares e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, vai propor ao presidente brasileiro que as Forças Armadas permaneçam, na Amazónia, pelo menos mais um mês. Por enquanto, o prazo estabelecido pelo chefe de Estado termina a 24 de setembro.

Os militares estão autorizados a combater os fogos e a agir em caso de queimadas ilegais. Para Lorenzoni "é muito importante" que se combatam as causas da desflorestação e mineração ilegais.

Esta quarta-feira, Bolsonaro, lançou-se numa nova polémica ao atacar, nas redes sociais, a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos. O representante máximo da República Federal brasileira afirmou que Michelle Bachelet está a seguir a linha do presidente francês, Emmanuel Macron, ao intrometer-se nos assuntos internos e na soberania brasileira". A antiga presidente chilena tinha criticado as políticas do governo do Brasil numa conferência de imprensa nas Nações Unidas, em Genebra.

Mas quem vive da floresta vive à margem de todas estas polémicas as preocupações são outras, a de uma morte anunciada. A morte de uma floresta, a maior tropical, do planeta Terra.

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