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A incógnita das eleições na Tunísia

A incógnita das eleições na Tunísia
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Os dispositivos de segurança foram particularmente reforçados durante a instalação das urnas para as eleições presidenciais deste domingo na Tunísia.

Há, nada menos, do que 26 candidatos na corrida à sucessão de Beji Caid Essebsi, falecido no final de julho, a meses de concluir o mandato, precipitando o escrutínio. E tudo o que se sabe é que o desfecho é imprevisível. Não há favoritos, portanto uma segunda volta é mais do que provável.

Homem carrega urna em Tunes

O responsável da missão de observadores da União Europeia, Fabio Massimo Castaldo, considera que "a Tunísia representa um modelo fundamental que comprova que o Islão e a democracia não são incompatíveis e que podem conviver no mesmo país. Por isso é que é um modelo que tem de ser protegido", salienta.

Num país em sufoco económico e com uma taxa de desemprego na casa dos 15%, o atual primeiro-ministro, Youssef Chahed, não tem um índice de popularidade muito sorridente. Pela frente tem o partido islamista moderado Ennahdha e um publicitário, Nabil Karoui, foi detido no final de agosto por alegado envolvimento em operações de lavagem de dinheiro.

No próximo dia 6 de outubro, quando a Tunísia regressar às urnas para definir o parlamento, tudo indica que ainda não terá um presidente.

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