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Presidente de Angola tenta cativar interesse americano

João Lourenço no Conselho para os Negócios Estrangeiros dos Estados Unidos
João Lourenço no Conselho para os Negócios Estrangeiros dos Estados Unidos
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Angola pretende tornar-se mais atrativa ao investimento externo e, para isso, o Presidente João Lourenço aproveitou a presença em Nova Iorque para tentar convencer empresários norte-americanos a apostar no país.

Perante o Conselho para os Negócios Estrangeiros dos Estados Unidos, João Lourenço destacou o combate à corrupção no plano de desenvolvimento económico e social traçado para o país.

"A justiça angolana tem estado a investigar, processar e a condenar altos funcionários por corrupção. O Conselho de Ministros aprovou recentemente uma nova lei de combate à lavagem de dinheiro, elaborada em estreita colaboração com o FMI, que será aprovada pela Assembleia Nacional antes do final do ano", afirmou o chefe de Estado perante os empresários.

Depois do forte investimento chinês nas últimas décadas, João Lourenço parece ver agora no aumento do investimento norte-americano um pilar do desenvolvimento angolano.

O Presidente angolano enalteceu a crescente interação, "e a um nível cada vez mais alto, com os Estados unidos" no processo de desenvolvimento.

"Assinámos vários instrumentos de cooperação nos domínios da Defesa, do Tesouro e da banca, e tomamos boa nota da estratégia da Administração Trump para África, num contexto em que vemos muitos interesses comuns", sublinhou.

Aos empresários americanos, João Lourenço revelou o fim da dependência do petróleo na abertura de linhas de crédito em países como Brasil, China ou Israel.

À jornalista da Euronews presente neste evento com João Lourenço, Derek Magness, da Chevron-Angola, apontou o gás natural como trunfo de Angola para diversificar no futuro a economia.

A nossa jornalista em Nova Iorque, Michela Monte resume que o Presidente João Lourenço "acredita no papel fundamental das relações diplomáticas internacionais como forma de apoiar o desenvolvimento do país, considerando as Nações unidas e os Estados Unidos como parceiros preferidos nesse processo" em Angola.