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Reino Unido: Boris rejeita aliança com Farage e confirma debate com Corbyn

Reino Unido: Boris rejeita aliança com Farage e confirma debate com Corbyn
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London, Britain, October 30, 2019, in this screen grab taken from video. Parliament TV via REUTERS
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O primeiro-ministro do Reino Unido recusou a sugestão de Nigel Farage, o líder do Partido Brexit, para uma aliança nestas eleições. Perguntado por uma jornalista sobre o que achava de uma aliança com Nigel Farage, Boris Johson respondeu que não ia fazer acordos com nenhum partido.

"Descartei um pacto com todos porque não achei que fosse sensato fazê-lo". Boris diz que a razão passa pelo orgulho que tem no Partido Conservador. "Estamos orgulhosos das nossas crenças, estamos orgulhosos do conservadorismo de uma nação", disse o primeiro-ministro britânico.

"Estamos orgulhosos do conservadorismo de uma nação
Boris Johnson
Primeiro-ministro do Reino Unido

Nigel Farage tinha partilhado. esta sexta-feira, a vontade de fazer uma aliança com o governo de Boris. No Twitter, escreveu: "Temos duas semanas para construir um partido de saída e temos mesmo de fazê-lo".

Debate televisivo entre Boris e Corbyn

Boris Johnson e Jeremy Corbyn concordaram em fazer um debate frente a frente durante a campanha para as eleições que está a decorrer no Reino Unido.

O encontro entre o primeiro-ministro e o líder da oposição está marcado para 19 de novembro, no canal no ITV, e vai ser dirigido pela apresentadora Julie Etchingham. O "head to head" acontece a menos de um mês do dia em que os britânicos escolhem de que lado ficam, a 12 de dezembro.

O desafio foi colocado pelo Partido Trabalhista e aceite pelo Partido Conservador. Jeremy Corbyn mostrou-se confiante, no Twitter:

"Esta é uma eleição única nesta geração. Por isso, é bom que Boris Johnson tenha aceitado o nosso desafio de um frente a frente na TV. A escolha não poderia ser mais clara: os conservadores de Boris Johnson a protegerem os privilegiados ou um governo trabalhista do lado de muitos.", escreveu.

Entretanto, nas ruas, os pedidos para novo referendo quanto ao Brexit não se adiam, ao contrário do que acontece com o divórcio mais demorado dos últimos anos, o do Reino Unido com a União Europeia.

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