Parlamento não indicou novo presidente, desencadeando automaticamente eleições parlamentares antecipadas.
O Kosovo caminha para eleições parlamentares antecipadas pela terceira vez em menos de um ano: o governo caiu devido ao fracasso na eleição de um presidente para o país dentro do prazo constitucional.
De acordo com a lei do Kosovo, a falta de eleição de um novo presidente determina automaticamente a marcação de eleições legislativas antecipadas e o parlamento não indicou um nome até à meia-noite desta sexta-feira, conforme o estipulado pela legislação.
A presidente do Kosovo, Vjosa Osmani, dissolveu então o parlamento e convocou novo ato eleitoral.
Analistas políticos dizem que as novas eleições são convenientes para todos, exceto para o partido de Albin Kurti, mas que as tentativas de Kurti de eliminar politicamente Osmani agora se voltaram contra ele.
Recorde-se que o partido de Kurti conseguira formar governo em dezembro do ano passado, à segunda eleição legislativa, depois de na primeira os partidos não terem conseguido sair de um impasse nas negociações para uma coligação.