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PM maltês promete perdão em troca de colaboração

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De  Joao Duarte Ferreira
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Joseph Muscat afirma que irá recomendar o perdão presidencial se o suspeito colaborar com as autoridades

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O governo de Malta afirma que recomendará o perdão presidencial para o suspeito de envolvimento no assassinato da jornalista anti-corrupção Daphne Caruana Galizia.

O suspeito, cuja detenção foi anunciada esta terça-feira, atuaria como intermediário entre o cérebro da operação, os criminosos e os fornecedores de explosivos que provocaram a morte da jornalista.

"Negociámos com os advogados do suspeito uma medida sem precedentes, na qual eu assinaria uma carta onde garanto que desde que as autoridades recebam todas as informações e provas, e isso possa ser corroborado em tribunal, recomendarei o perdão presidencial. Se esta pessoa colaborar com a polícia e as provas forem suficientes para chegar ao responsável máximo, esta pessoa receberá o perdão presidencial", disse o primeiro-ministro Joseph Muscat entrevistado esta terça-feira.

A jornalista anti-corrupção, Daphne Caruana Galizia foi assassinada em 2017 enquanto conduzia uma viatura próximo à sua casa na capital, Valeta.

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