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Guarda Suíça as quadradinhos

Guarda Suíça as quadradinhos
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Da realidade à ficção, algumas páginas bastam para nascerem novos heróis. Neste livro sobre a Guarda Suíça, uma das mais antigas e pequenas unidades militares do mundo ganha honras de banda desenhada

Conhecida por proteger o Papa e o Vaticano há mais de 500 anos, tem agora uma história centrada no encanto que exerce sobre um jovem suíço, que se quer juntar a este exército.

A história é também uma oportunidade para conhecer mais sobre "as passagens secretas e os bastidores do Vaticano, como funciona o dia-a-dia", garante o coautor Arnaud Delalande.

A equipa que concebeu a banda desenhada estava determinada a garantir que cada quadrado retratasse a vida diária dos guardas suíços com poucos elementos fictícios, que vão desde a história relatada à história desenhada. "Queria um desenho realista, fácil de ler. O público é muito abrangente", revela o ilustrador do livro Laurent Bidot.

Há também uma preocupação da história de "h"pequeno com a de "h" grande. Como quando, por exemplo, é ilustrada a tentativa de homicídio do Papa João Paulo II, em maio de 1981, de onde o pontífice acabou por sair ferido.

"Este livro é muito preciso e realista. Mostra a nossa vida real. Não vi nada exagerado. Este livro mostra a verdadeira essência dos nossos deveres e explica o nosso dia-a-dia", afirma o subcomandante da Guarda Suíça, Philippe Morard.

As obrigações dos guardas suíços não mudaram muito ao longo dos séculos, mas o passar do tempo obriga sempre a mudanças. Os militares suíços modernizaram-se, mas não esquecem a história que têm para contar.

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