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Marcha das Mulheres nos Estados Unidos

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Marcha das Mulheres nos Estados Unidos
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Desde 2017, a Marcha das mulheres é organizada nos Estados Unidos como forma de protesto contra as políticas do presidente Donald Trump e de luta pelos direitos das mulheres e das minorias.

Este ano, apesar da participação ser menor do que nos anos anteriores, milhares de pessoas fizeram parte das manifestações organizadas em 180 cidades norte-americanas.

Los Angeles

No centro de Los Angeles, milhares de homens, mulheres e crianças encheram vários quarteirões. A marcha terminou com um comício perto da Câmara Municipal. Os manifestantes ouviram discursos de de Jennifer Siebel Newsom, mulher do governador da Califórnia, do autarca Eric Garcetti e da deputada democrata Maxine Wateres. Outra das figuras que falou para a multidão foi a atriz Raven Symone, que disse estar orgulhosa pela participação e pela diversidade. “Por todos os homens e mulheres com opções sexuais diferentes, com culturas e idades diferentes, juntos para defender as mulheres de todas as classes”.

Washington

Na capital dos Estados Unidos, que costuma concentrar as maiores manifestações, o número de participantes foi menor em comparação com os anos anteriores.

As primeiras marchas em 2017, realizadas no dia seguinte à tomada de posse do presidente Donald Trump, atraíram centenas de milhares de pessoas para comícios em cidades de todo o país.

Este ano, três questões-chave marcaram as reivindicações do protesto: mudança climática, imigração e direitos reprodutivos.

A capital norte-americana foi mais uma vez a cidade escolhida por milhares de pessoas que chegaram de vários pontos dos pais para mostrar a oposição a Donald Trump e às políticas do presidente. Os manifestantes contavam passar em frente da casa Branca e fazer ali um dos pontos principais do protesto, mas Trump passou o fim-de-semana na Flórida.