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Investigadora italiana estuda consumo de alforrecas como alimento

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Investigadora italiana estuda consumo de alforrecas como alimento
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A euronews falou com a investigadora italiana Antonella Leone que estuda o potencial das alimentar das águas-vivas, animais marinhos mais conhecidos pelo nome de alforrecas.

"Comer alforrecas é uma novidade na Europa. Não há uma tradição culinária ligada a este produto. Mas, na realidade, os asiáticos, e, especialmente, os chineses, comem águas-vivas há milhares de anos. É uma tradição", subinhou a investigadora do Instituto de Ciências e Produção Alimentar de Lecce, em Itália. "Consumida pura, a água-viva tem um sabor a mar e a peixe. Mas os produtos comercializados atualmente, em particular os produtos asiáticos, perderam completamente esse sabor e essas características. Estamos a tentar preservá-los para responder ao gosto dos consumidores europeus. Não é possível comer todos os tipos de águas-vivas. É possível comer as espécies comestíveis semelhantes às asiáticas, mas ainda é necessário fazer estudos para ter certeza. Há águas-vivas que não podem ser consumidas porque apresentam uma toxicidade muito alta", acrescentou Antonella Leone.

Para a investigadora italiana, se os estudos demonstrarem que o consumo de alforrecas é seguro, os consumidores não terão problemas em consumir o novo alimento. "Quando demonstrarmos que certas águas-vivas são comestíveis, ou seja, quando houver estudos suficientes que demonstrem que as águas-vivas são inofensivas, os europeus não terão dificuldades em introduzir esse tipo de produto na sua dieta".

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