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Coronavírus limita celebrações do Ano Novo chinês

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Coronavírus limita celebrações do Ano Novo chinês
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AP - Achmad Ibrahim
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O novo coronavírus, com origem na China, está a impactar fortemente as celebrações do Ano Novo Chinês, o Ano do Rato, que tiveram início este sábado.

Templos, salas de cinema, e espaços públicos - onde locais e turistas costumavam celebrar - estão encerrados. As autoridades tentam limitar a propagação do vírus. Celebrações, este ano, só pela televisão.

Pequim cancelou todas as feiras do templo, uma tradição popular no norte da China, com apresentações, jogos para crianças e cabines de venda de lanches e lembranças com tema de Ano Novo.

Em Wuhan, onde o surto começou, e mais de uma dúzia de cidades próximas, as pessoas não conseguem sair facilmente da cidade e todos os movimentos são complicados depois de as autoridades terem parado a circulação de autocarros, comboios e aviões e bloqueado diversas estradas.

A Cidade Proibida em Pequim, a Disneylândia de Xangai e um grande parque de safari estão entre os destinos turísticos que fecharam sem data prevista de reabertura.

Hong Kong

Em Hong Kong e Taiwan, os templos estão abertos mas as comemorações são sóbrias. Taiwan conta com algumas pessoas contaminadas. Em Hong Kong houve essencialmente deslocações aos templos. Com ou sem coronavírus, o clima na cidade não é de festejos. As lojas estão encerradas. A cidade cancelou o fogo-de-artifício e o carnaval de quatro dias que deveria começar este domingo.

Malásia

Em Kuala Lampur, na Malásia, houve várias atividades culturais, incluindo uma ação de casas abertas e partilha de refeições para estreitar laços intercomunitários.

Indonésia

Na Indonésia, a romaria aos templos decorre com normalidade. O governo equipou os 135 pontos de entrada no país - aeroportos e ports - com scanners de medição de temperatura corporal dos passageiros.

Coreia do Norte

Na Coreia do Norte, como é hábito realizou-se uma cerimónia de respeito pelos antigos líderes. Pyongyang decidiu encerrar todas as fronteiras do país a estrangeiros para impedir a entrada do vírus no país.

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