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Julgamento do caso MH17

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Julgamento do caso MH17
Direitos de autor  Dmitry Lovetsky/ASSOCIATED PRESS
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Passaram mais de cinco anos desde que um Boeing 777 da Malaysia Airlines, que fazia a ligação entre Amesterdão e Kuala Lumpur, na Malásia, foi abatido no leste da Ucrânia.

Esta segunda-feira começa, na Holanda, o julgamento centrado no voo MH17. Os familiares das 298 vítimas mortais esperam poder perceber o que realmente se passou e apoiam-se, por isso, na justiça.

Os quatro suspeitos de envolvimento não deverão estar presentes em tribunal. Três deles são russos, com ligações aos serviços de inteligência. O quarto suspeito, um líder rebelde separatista conhecido pelo apelido de "toupeira", é o ucraniano Leonid Karchenko. Todos negam as acusações que lhes são dirigidas.

De acordo com os procuradores, um míssil terra-ar Buk foi transportado de uma base russa para a região de Donbass, controlada por separatistas pró-Rússia no leste da Ucrânia, de onde foi disparado, provocando a queda da aeronave.

Os familiares das vítimas temem que o caso se arraste na justiça, mas os fatos serão expostos no julgamento para que a culpa não morra solteira.

Na contagem decrescente para o arranque do julgamento, a embaixada da Rússia na cidade holandesa de Haia foi o ponto de encontro para um protesto de familiares das vítimas.

Este domingo, instalaram-se 298 cadeiras vazias em frente ao imóvel em memória das pessoas que morreram durante o voo MH17.

A task force criada para investigar o caso concluiu que o avião foi atingido por um míssil antiaéreo soviético do tipo Buk.