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Protestos antirracistas acabam com confrontos em Londres

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Polícia britânica envolve-se em confrontos com manifestantes em Londres
Polícia britânica envolve-se em confrontos com manifestantes em Londres   -   Direitos de autor  AP Photo/Alberto Pezzali
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Várias capitais europeias juntaram-se aos protestos antirracistas, pela morte de George Floyd, afro-americano que o mundo viu morrer asfixiado sob o joelho de um polícia de Mineápolis.

Em Berlim, cerca de 15 mil pessoas manifestaram-se na Alexanderplatz.

"O racismo vem do preconceito e o preconceito vem da ignorância e da estupidez. E penso que é importante explicarmos isto às pessoas e mostrar que é importante estar aqui por um futuro melhor e por um melhor sentido de vida em comum", defendeu Suzi, uma alemã de 23 anos.

"Já chega. Alguma coisa tem de ser feita. Não podemos assobiar para o lado e dizer que está tudo bem", realçou Casmer, um nigeriano de 27 anos, que estuda em Berlim.

Confrontos entre manifestantes e polícia em Londres

Em Londres e noutras cidades do Reino Unido, milhares de pessoas saíram às ruas, apesar de algumas das regras de confinamento ainda estarem em vigor. Na capital britânica, realizou-se uma marcha que acabou por degenerar em confrontos com a polícia de choque em Whitehall.

No meio dos confrontos, um dos elementos da polícia perdeu o controlo do seu cavalo e este soltou-se, tendo acabado por correr descontrolado pelas ruas de Londres, o que causou momentos de pânico.

Manifestantes tentaram protestar em frente à Embaixada dos EUA em Paris

Apesar da proibição de concentrações de mais de 10 pessoas em locais públicos, devido à pandemia, milhares de franceses saíram às ruas para protestar contra o racismo e a violência policial. Os manifestantes tentaram aceder à Embaixada dos Estados Unidos em Paris, mas foram impedidos pelas autoridades.