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Dinamarca perto do desconfinamento total

Nas ruas de Copenhaga já pouco lembra a Covid-19
Nas ruas de Copenhaga já pouco lembra a Covid-19 Direitos de autor AFP
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De  Teresa Bizarro com AFP
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Com uma taxa de incidência de Covid-19 muito baixa, a Dinamarca foi dos primeiros países a fechar fronteiras e a regressar à atividade. Para a semana até o futeboil volta a ter público

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A Dinamarca já leva quase dois meses de desconfinamento e nas ruas são poucos os sinais que lembram a Covid-19. A 15 de abril, o governo de Copenhaga foi falado em todo o mundo porque foi o primeiro a reabrir escolas, fora da Ásia. Restaurantes, cafés e comércio em geral estiveram pouco mais de um mês fechados por causa da pandemia.

Na comparação com outros países, o número de pesssoas atingidas pela doença mantém-se baixo: 12 mil infetados; menos de 600 mortos. A linha telefónica criada para atender casos de suspeitas de Covid-19 teve tão pouca adesão que as as autoridades vão agora usar os recursos para contactar diretamente novos infectados.

De acordo com a diretora-geralde saúde da Dinamarca, o objetivo é, para além de apoiar os doentes, perceber as cadeias de contágio e ajudar na identificação de contactos. Anette Lukke Petri reconhece que é difícil definir o que são contactos próximos de um indivíduo e sublinha que essa definição está a mudar.

Na próxima semana, o público volta ao futebol e o ciclo de desconfinamento fica praticamente completo com a reabertura dos ginásios e parques de diversões. A entrada de turistas também volta a ser autorizada, mas apenas para quem vem da Alemanha, Noruega, Islândia e Finlândia. Os visitantes vindos do resto dos países da União Europeia, incluindo Portugal e a vizinha Suécia, ficam fora até dia 31 de agosto.

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