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França reabre escolas e cinemas

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França reabre escolas e cinemas
Direitos de autor  Emilio Morenatti/AP2020
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França reabre as escolas a partir desta segunda-feira. É uma dos poucos países na Europa a fazê-lo. O objetivo é retomar o ensino escolar por completo a partir de setembro.

A medida dá espaço ao país para regressarem ao trabalho e dar oportunidade aos alunos para rever professores e colegas antes das férias de verão no dia 4 de julho.

Um regresso limitado começou em maio, sob duras regras de distanciamento e limitação do tamanho das turmas. A regra dos 4 metros de distanciamento está posta de parte.

França também está a reabrir os cinemas. A Covid-19 mergulhou a industria num mar de dificuldades financeiras e os cinemas do país esperam agora voltar a atrair multidões.

"E ali e ali temos a possibilidade de ter uma pessoa. Por outro lado, também podemos vir em casais, nesse caso terei alguém perto de mim. Este assento vai estar vazia e este também", explica Natacha Bouchadon, diretora da exploração cinematográfica da UGC.

Entretanto Espanha, depois de levantar o estado de emergência, o fim de uma dos confinamentos mais duros da Europa, as fronteiras estão mais uma vez abertas e o país dá as boas-vindas aos turistas, a maioria da Europa, incluindo o Reino Unido, sem ser necessária uma quarentena.

Para alguns, foi um gostinho a liberdade.

"Estamos a dramatizar um pouco porque na verdade com o encerramento das fronteiras estávamos isolados, isto permite-nos viver novamente", diz um francês que dez um pequeno desvio para entrar em Espanha.

O país está também a reabrir os lares de terceira idade. Os residentes podem agora voltar a receber as visitas preciosas dos familiares pela primeira vez em três meses.

"Já faz tanto tempo que não via o meu neto", diz em lágrimas, Elena Martinez de 84 anos.

E não é apenas a Europa que está a reabrir. Na última semana, os nova-iorquinos foram informados para se prepararem para esta segunda-feira. A cidade, bastante afetada, entra na fase II. Isso inclui a reabertura de restaurantes, bares e estabelecimentos de venda a retalho.

Andrew Cuomo, governador de Nova Iorque, anunciou que "a Covid-19 não terminou. Temos que estar em alerta para uma segunda onda. Temos que estar atentos a possíveis infeções oriundas de outros Estados. E muita gente precisa de ajuda para retomar a suas vidas. Mas com tudo isso, é claro que nos últimos três meses fizemos o impossível."

Mas vai a vida na cidade da "grande maçã" regressar uma nova normalidade ou muitas pessoas, trabalhadores, vão ficar em casa com medo de ser infetados por outras pessoas?