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Património histórico de Beirute destruído

Beirute, Líbano
Beirute, Líbano Direitos de autor Felipe Dana/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved.
Direitos de autor Felipe Dana/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved.
De  Nara Madeira com AP
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Centenas de edifícios históricos e de interesse nacional, localizados no porto de Beirute, sofreram com o impacto da explosão.

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A violenta explosão que ocorreu no porto de Beirute, há uma semana, destruiu também património histórico e cultural do país.

O palácio Sursock, mandado construir em 1860 por Moussa Sursock, e reconhecido, na altura, como uma das casas mais sumptuosas da capital do Líbano, foi um dos edifícios afetados. O maior palácio privado desse período a manter-se, até aqui, intacto, com os seus jardins exuberantes, faz parte da história da cidade.

Roderik Sursock Cochrane, proprietário do edifício esplica que o que mais o chocou foi o facto de a casa ter sobrevivido à guerra civil, "razoavelmente bem, ficou danificada mas não a este ponto", e todos os estragos terem acontecido "numa fração de segundo. Vinte anos de trabalho de restauro desapareceram numa fração de segundo, o que é terrível", desabafa.

Também o museu Sursock, construído em 1912, e dezenas das suas obras, ficaram danificadas com a explosão.

Centenas de edifícios, muitos deles anteriores à criação do Estado do Líbano, e já deteriorados pelo tempo e pela guerra civil, sofreram também com o impacto da explosão. Património também do período otomano, muito dele de interesse nacional, vão precisar de milhões para ser recuperados.

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