Última hora
This content is not available in your region

Novo coronavírus ultrapassa os 30 milhões de infeções

Access to the comments Comentários
De  Francisco Marques
euronews_icons_loading
Novo coronavírus ultrapassa os 30 milhões de infeções
Direitos de autor  Channi Anand/The Associated Press
Tamanho do texto Aa Aa

A pandemia de Covid-19 já afetou mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo, anunciou a France Press esta quinta-feira à noite, acrescentando que o balanço de mortos aproxima-se dos 950 mil.

Os Estados Unidos mantém-se como o país mais afetado pela pandemia, com mais de seis milhões de infeções confirmadas. Segue-se a Índia e o Brasil.

A Europa contabiliza mais de quatro milhões de casos e África é o continente com menos casos registados, quase 1,4 milhões infeções.

A pandemia de SARS-CoV-2

O surto deste novo coronavírus, denominado SARS-CoV-2 e que provoca a doença Covid-19, terá surgido em dezembro num mercado de rua de Wuhan, embora alguns estudos admitam que o vírus já estivesse presente naquela cidade chinesa desde outubro.

O primeiro alerta endereçado à Organização Mundial de Saúde aconteceu a 31 de dezembro referindo o caso de uma pneumonia desconhecida. O primeiro registo na Europa surgiu a 24 de janeiro, em França, quatro dias depois dos Estados Unidos.

Médicos em França sugerem, entretanto, ter assistido o primeiro paciente no país com Covid-19 a 27 de dezembro após terem repetido em abril as análises de exames a antigos pacientes com sintomas suspeitos da nova doença.

De acordo com os registos oficiais, a pandemia entrou em África, pelo Egito, a 15 de fevereiro, e dez dias depois chegou à América do Sul pelo Brasil. A pandemia bloqueou a maior parte do mundo desde meados de março.

Dois meses depois, apesar da pandemia continuar em expansão, alguns países começam a afrouxar as medidas de contenção e a promover a retoma económica.

Universidade Johns Hopkins
Atualizado às 0h22 (CET) de sexta-feira, 18 de abrilUniversidade Johns Hopkins

As fronteiras abriram e as viagens de férias de verão aconteceram e agora, com o regresso à escola e aos locais de trabalho, o novo coronavírus está de novo a acelerar a propagação.