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Países europeus apertam medidas para travar avanço da Covid-19

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Países europeus apertam medidas para travar avanço da Covid-19
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A cada dia que passa aumentam, de forma alarmante, os casos de Covid-19 em vários países europeus que se veem obrigados a endurecer as medidas restritivas.

Madrid, duramente castigada pela pandemia, voltou a ser um epicentro da explosão de casos. As autoridades locais da capital espanhola decretaram o isolamento parcial em algumas áreas da cidade e arredores, afetando a mobilidade em 37 áreas de saúde.

"A entrada e a saída nestas áreas está restringida, a não ser para questões básicas necessárias como assistência médica, obrigações laborais, legais, educativas, o cuidado de pessoas de idade avançada ou qualquer outra questão de força maior. Permite-se circular no interior destes perímetros, mas as reuniões privadas terão de ser reduzidas de dez para seis pessoas. Também haverá uma redução das capacidades ocupação com um caráter geral de 50% e suspendem-se as atividades em parques e jardins até novas ordens", sublinhou, em conferência de imprensa, a presidente da comunidade de Madrid, Isabel Diaz Ayuso.

Em França, o número de mortes também caminha em sentido ascendente, pela primeira vez desde o fim do confinamento. As autoridades alertam para o agravamento dos casos de infeção.

As principais vítimas são jovens, mas também se registou um crescimento entre as pessoas com mais de 75 anos de idade.

Anelise Borges, Euronews - As pessoas têm saído demais, em particular os jovens em Paris. As autoridades pediram para se evitar festas e concentrações até porque os políticos têm estado relutantes em impor restrições nacionais. Em toda a Europa e em França não é diferente.

Entretanto, em Portugal, o primeiro-ministro, António Costa, alertou que o país pode passar os mil casos diários na próxima semana. Acrescentou que não se pode parar e que escolas e lares continuarão abertos.

Novas restrições, discutidas numa reunião de crise, serão anunciadas na próxima semana.

Em Israel, começou o confinamento nacional de três semanas, horas antes do novo ano judaico. A polícia está a realizar patrulhas em postos de controlo para chegar a Jerusalém.

As concentrações públicas e a liberdade de movimentos estão condicionadas.