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Festival de Cinema de Cannes em versão reduzida

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Festival de Cinema de Cannes em versão reduzida
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Depois do adiamento da 73ª edição por causa da pandemia de Covid-19, em maio, o Festival de Cinema de Cannes regressou, esta terça-feira, às luzes da ribalta com uma edição especial, condensada, de três dias.

Exibem-se quatro longas-metragens com o selo "seleção oficial de Cannes 2020", a par das curtas-metragens em competição e dos filmes do programa Cinéfondation.

"Nunca deixámos de falar de Cannes, em Deauville, em San Sebastián, em Veneza. Foi preciso que esta grande revolução com a seleção de Thierry Frémaux se concluísse de forma majestosa, mas sóbria, respeitando as limitações durante três dias com os nossos amigos de Cannes", sublinhou Pierre Lescure, presidente do Festival de cinema.

Entre os quatro filmes a exibir encontra-se a película francesa "Un Triomphe", de Emmanuel Courcol, que conta a história de um professor de teatro que tenta ensinar artes dramáticas a prisioneiros.

Para Thierry Frémaux, diretor do festival, os três dias do evento não são uma miniatura do Festival de Cannes: "Para começar não se trata do Festival de Cannes. É o Festival de Cannes que vem a Cannes, no mês de outubro, num ano tumultuoso, para não esquecer a população local, os espetadores, e para exibir durante três dias curtas e longas-metragens. Em nenhuma circunstância é uma reprodução versão mini do que é esta enorme festa que acontece no mês de maio."

"Beginning", um filme da Geórgia que conquistou a concha de ouro no Festival de Cinema de San Sébastián também está em exibição.

Dois filmes portugueses estão em competição oficial. "O Cordeiro de Deus", da autoria de David Pinheiro, compete na seleção de curtas-metragens, enquanto "Corte", da autoria dos gémeos Afonso e Bernardo Rapazote está integrado no programa Cinéfondation.