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A seleção oficial de um Festival de Cannes que regressa da pandemia

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A seleção oficial de um Festival de Cannes que regressa da pandemia
Direitos de autor  STEPHANE DE SAKUTIN/AFP or licensors
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O véu foi levantado. Já se sabe qual é a seleção oficial do festival de cinema de Cannes.

Filmes do mundo inteiro, de Israel ao Irão, da Europa aos Estados Unidos, realizadores consagrados e promessas da sétima arte.

Dois anos após a última edição, o mundo do cinema regressa à croisette.

Thierry Frémaux, diretor-geral do festival de Cannes, diz que "é uma selecção feita ao longo de um período de tempo bastante longo, uma seleção muito internacional de filmes que nos foram enviados por alguns cineastas que, enquanto falamos, ainda não sabem se podem vir. Estamos ainda a cinco semanas do Festival de Cannes e as questões de saúde são, obviamente, o foco da nossa atenção".

Um dos filmes que podem brilhar é Benedetta, de Paul Verhoeven, que conta a história verídica de uma freira lésbica do Séc. XVII.

Leos Carax, Sean Penn, Ashgar Fahradi ou Jacques Audiard são alguns dos grandes nomes esperados, tal como o realizador Wes Anderson, que já deveria ter participado em 2020.

"Wes Anderson, confirmámos a sua presença porque a dada altura, durante o último ano, não era uma certeza que ele fizesse parte do Festival de Cannes. Esteve na seleção do ano passado", diz Thierry Fremaux.

The French Dispatch, de Wes Anderson, é comédia dramática que conta uma série de histórias na produção da última edição de uma revista americana publicada numa vila francesa ficcionada.

Um elenco de luxo que promete um tapete vermelho de verdadeiras estrelas.

O júri do festival vai ser presidido por Spike Lee.

Um total de 24 filmes em competição, 61 participam no festival.

Luzes, câmaras, ação... o cinema prepara-se para regressar das cinzas da pandemia.