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Confinamentos generalizam-se na Europa

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Confinamentos generalizam-se na Europa
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França

Paris, meia-noite: No centro da capital francesa, não se via quase vivalma: Entrou em vigor o novo confinamento, que vai durar pelo menos até ao dia 1 de dezembro. Sair de casa, agora, só para trabalhar, fazer compras essenciais ou algumas poucas outras exceções.

Na via periférica, pouco antes, o cenário era outro: Milhares de carros causaram um engarrafamento ao precipitarem-se para deixar a cidade antes que começassem as novas regras.

Noutros locais da capital francesa, houve manifestações contra as novas medidas, que penalizam setores como a cultura e o comércio tradicional.

As medidas, que tinham já sido anunciadas por Emmanuel Macron, foram agora detalhadas pelo primeiro-ministro Jean Castex. Por exemplo, as saídas para fazer exercício, apanhar ar ou passear animais de estimação só se podem fazer num raio de um quilómetro de casa.

Alemanha

Na Alemanha, a Chanceler Angela Merkel disse que o país enfrenta "uma situação dramática no início da estação fria". Esta segunda-feira, entram em vigor novas restrições com a duração de quatro semanas, que incluem o encerramento de restaurantes, bares e locais desportivos e culturais.

O ministro das finanças Olaf Scholz anunciou um pacote de ajuda de 10 mil milhões de euros aos setores mais atingidos e disse ainda que novembro vai ser o mês da verdade.

Espanha

Em Espanha, o Parlamento aprovou um novo estado de emergência para todo o país, com a duração de pelo menos seis meses e sujeito a revisões. Isto depois de um novo recorde diário de novos casos de coronavírus. A medida põe em prática um recolher obrigatório à noite e permite às regiões impor restrições suplementares.