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União Europeia adquire mais 300 milhões de vacinas da Pfizer/BioNTech

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Ursula Von der Leyen (arquivo)
Ursula Von der Leyen (arquivo)   -   Direitos de autor  Francisco Seco/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved.
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A União Europeia concluiu um acordo para a aquisição de 300 milhões de doses adicionais da vacina contra a Covid-19 produzida pela Pfizer-BioNTech. O anúncio foi feito pela presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen.

A Alemanha testemunha números recorde de casos de Covid-19 e de mortes. Um sinal que a Covid-19 não dá tréguas em território europeu e não apresenta sinais de diminuição. O otimismo de Ano Novo relacionado com a chegada das vacinas diminuiu com a lentidão da distribuição. Mas agora a Comissão Europeia oferece uma nova esperança, depois do executivo comunitário ter dado sinal verde para a comercialização da vacina da Moderna, garantindo milhões de doses extra.

Com estas duas vacinas autorizadas já garantimos as doses necessárias para vacinar 380 milhões de europeus, o que representa mais de 80% da população europeia. E outras vacinas se seguirão nas próximas semanas e meses.
Ursula Von der Leyen
Presidente da Comissão Europeia

O executivo comunitário deu a autorização para a comercialização da vacina da Moderna para a Covid-19 no bloco europeu. A vacina da Moderna, com uma eficácia superior a 90%, foi a segunda a ter o aval da parte das autoridades sanitárias e, tal como as alternativas da Pfizer e BioNTech, é aplicada em duas injeções, com 28 dias de intervalo.

A farmacêutica Moderna vai disponibilizar 160 milhões de doses da vacina à União Europeia entre o primeiro e o terceiro trimestres de 2021.

França dá conta agora da existência de outra nova estirpe do vírus detetada num hospital de Rennes. A Organização Mundial de Saúde diz que novas variantes são inevitáveis.

Neste cenário, a população europeia tem de enfrentar - novamente - duras medidas restritivas. As autoridades esperam que o cumprimento das medidas de precaução e a disposição da população para aceitar a vacina serão fatores fundamentais para vencer a crise sanitária.