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Passaporte verde pretende permitir aos europeus viajar

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Passaporte verde pretende permitir aos europeus viajar
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As viagens internacionais de trabalho ou turismo, no seio da União Europeia, poderão voltar a ser possíveis, mesmo em tempos de pandemia, mas com contrapartidas. A Comissão Europeia vai apresentar, ainda este mês, uma proposta de criação de um passaporte verde digital.

O objetivo, explica Ursula von der Leyen, é fornecer uma prova da vacinação; dos resultados dos testes à Covid-19, para quem ainda não pode ser vacinado, e informação sobre os casos recuperados da doença. Respeitando, esclarece, as regras de proteção de dados e a privacidade.

Um anúncio feito dias depois de os líderes da UE terem acordado desenvolver um plano para a criação de certificados digitais até ao verão.

A chanceler alemã, Angela Merkel, diz que este sistema pode estar operacional em três meses.

Mas há um grande debate na União Europeia sobre a sua implementação. O setor da hospitalidade, em países como a Grécia que dependem fortemente do turismo, e companhias aéreas, querem que ele sirva como um "passaporte da vacina", permitindo que os imunizados evitem testes ou quarentena durante as viagens.

Mas há países do bloco forte europeu, entre eles França e Alemanha, que se mostram reticentes. Temem que se criem dois níveis dentro das sociedades, ou seja, as pessoas imunizadas passam a ter liberdades que as restantes, e porque esperam a sua vez para serem vacinadas, é essa a questão para estes países, não têm.