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Alemanha aprova reforço das restrições

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Angela Merkel que mais poderes para o Governo federal
Angela Merkel que mais poderes para o Governo federal   -   Direitos de autor  euronews
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O Governo alemão aprovou o reforço das leis de proteção contra infeções. O Executivo de Angela Merkel quer que o Governo federal tenha mais poderes de modo a permitir-lhe, se necessário, impor a qualquer região um recolher obrigatório, confinamentos ou encerramento dos estabelecimentos comerciais, em caso de maior incidência de contágios.

Nas ruas, os alemães não se mostram muito recetivos.

Um berlinense acredita "que é um disparate a nível nacional, um completo disparate. As regiões devem decidir por si próprias. Elas sabem melhor como é que as coisas estão em termos de proteção civil. Encerrar o país inteiro, um recolher obrigatório, penso que é completamente exagerado. Nem sequer sei se é constitucional".

"Penso que é terrível. Acabámos de vir de uma manifestação. Somos contra. Fomos para a rua e penso que é um grande perigo para a democracia. Portanto, quando uma pessoa aqui decide o que temos ou não de fazer, isso é muito, muito assustador para mim", assegura uma mulher.

A Áustria tem um novo ministro da saúde. Wolfgang Mückstein foi apresentado, esta terça-feira, poucas horas depois da demissão do antecessor. Rudolf Anschober, do Partido Verde, demitiu-se por alegado excesso de trabalho durante a pandemia da Covid-19.

Wolfgang Mückstein é um médico de 46 anos e assume a pasta no início da próxima semana.

Em Itália, está instalada a polémica. O governador da região da Campânia, no sul do país, afirmou que vai dar prioridade à vacinação dos trabalhadores para salvaguardar a economia local. Vincenzo De Luca, decidiu, assim, ignorar a diretriz do Governo que dá prioridade à vacinação dos idosos.

Inaugurou-se o primeiro "Vaccidrive" numa clínica em Saint-Jean-de-Védas, no sul de França. Aqui, os franceses poderão ser vacinados sem saírem dos carros. O objetivo é inocular cem pessoas por dia.

A Hungria começou a levantar as restrições adotadas para combater a pandemia. O país apresenta a maior percentagem de pessoas vacinadas na Europa, mas é também um dos mais afetados com uma das mais altas taxas de mortalidade relacionada com o novo coronavírus a nível mundial. Os profissionais de saúde dizem que este não é o momento de abrandar.