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Covid-19: Entrega antecipada de doses da BioNtech-Pfizer

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Direitos de autor  Christophe Ena/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved
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De Isabel Marques da Silva & Ana Lázaro
Publicado a Últimas notícias
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A decisão da Comissão Europeia foi tomada após o anúncio da empresa farmacêutica norte-americana Johnson & Johnson de que haveria atrasos na entrega das primeiras doses da sua vacina na Europa.

A Comissão Europeia aposta na tecnologia ARN-mensageiro para acelerar a campanha de vacinação contra a Covid-19. A presidente Ursula von der Leyen anunciou, quarta-feira, ter chegado à acordo com a BioNTech-Pfizer para antecipar, para Abril, a entrega de 50 milhões de doses que estavam previstas para o final do ano.

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Está, ainda, previsto fazer um terceiro contrato com esse consórcio para a entrega de 1800 milhões doses nos próximos dois anos, sendo que as componentes já serão, nessa altura, produzidos em espaço comunitário.

"Num determinado momento, poderemos precisar de inoculações para reforçar e prolongar a imunidade. Se surgirem novas estirpes, teremos de desenvolver vacinas que sejam adaptadas a essas estirpes, logo no início dos novos surtos e em quantidades suficientes. Levando tudo isto em consideração e as lições retiradas desta pandemia, devemos focar-nos nas tecnologias que já deram provas do seu valor. As vacinas de ARN-mensageiro são disso um exemplo claro", explicou Ursula von der Leyen, em conferência de imprensa, em Bruxelas.

Trapalhada e má gestão?

A decisão foi tomada após o anúncio da empresa farmacêutica norte-americana Johnson & Johnson de que haveria atrasos na entrega das primeiras doses da sua vacina na Europa.

Essa vacina também está associada a casos de coágulos sanguíneos raros, como acontece com a da AstraZeneca, sendo que a empresa anglo-sueca também se tem atrasado com as entregas.

"Eu realmente temo que isto vá prejudicar o processo e aumentar a frustração pública com o que muitos acreditam ser uma trapalhada nas políticas da União Europeia, sendo que alguns chegam a dizer que houve má gestão na campanha de vacinação. Portanto, não são boas notícias. Mas é reconfortante ver que houve conversações com a Pfizer para tentar aumentar a produção", disse a analista política Shada Islam, diretora da empresa de análise Novos Horizontes.

A Comissão Europeia continua a insistir que vai ser possível cumprir a meta de ter 70% da população vacinada até ao final do verão.

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