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Goveno espanhol violou Constituição ao decretar o confinamento

De  Nara Madeira com AFP, AP
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Madrid, Espanha
Madrid, Espanha   -   Direitos de autor  Manu Fernandez/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved.
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O Tribunal Constitucional de Espanha diz que o governo violou a Constituição ao impor determinadas restrições, em março de 2020, para conter a propagação do novo coronavírus e no quadro do estado de alerta. Para avançar com o plano de confinamento, e obrigar as pessoas a ficarem em casa, o executivo estava obrigado a declarar estado de emergência, ou de exceção.

Espanha esteve em estado de alerta e confinamento de março a maio de 2020. Os cidadãos só podiam sair à rua para trabalhar ou fazer ações essenciais. As crianças passaram grande parte desse tempo em casa.

Na Grécia, milhares de pessoas manifestaram-se contra o plano de vacinação de crianças a partir dos 15 anos, frente ao parlamento, em Atenas.

O país assistiu, nas últimas semanas, a um aumento no número de casos o que levou ao regresso de restrições. O interior dos restaurantes e áreas de lazer só estão disponíveis para quem tem as duas doses da vacina.

Em Paris, França, a polícia utilizou gás lacrimogéneo para dispersar manifestantes que protestavam contra o plano do presidente, Emmanuel Macron, de exigir um certificado de vacinação ou um teste PCR negativo, que passará a ser pago no outono, para se entrar em restaurantes, bares, espaços comerciais e de lazer, a partir do próximo mês.

Centenas de ucranianos passaram horas à espera no exterior de um centro de vacinação, em Chernigov, para receberem a primeira dose da vacina da Pfizer. Foi a primeira cidade na Ucrânia a vacinar todos os cidadãos, independentemente da idade e profissão.

Até aqui a vacinação só estava disponível, no país, para grupos de risco, incluindo pessoas com mais de 60 anos e trabalhadores dos setores da Educação, Saúde e Função Pública.

O Ministério da Saúde ucraniano, que espera receber mais um milhão de doses da vacina Pfizer até ao final do mês, diz que a vacina continua a ser prioritária para pessoas idosas e com doenças crónicas.