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Europol quer prender "os mais procurados da Europa"

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De  Euronews
Europol quer prender "os mais procurados da Europa"
Direitos de autor  Jiri Buller/AP

A Agência da União Europeia para a Cooperação Policial (Europol), lançou a campanha anual "Mais Procurados." A Europol divulgou, no website da agência, uma lista de 62 fugitivos e está à procura de informações sobre o paradeiro dos mesmos junto do público. Todos os fugitivos listados são procurados por crimes graves, incluindo homicídio, tráfico internacional de drogas e tráfico de pessoas.

Mais procurados em Espanha

Antonio Anglés Martins, um fugitivo brasileiro-espanhol de 55 anos, é procurado pelos crimes de sequestro, violação e homicídio num caso que data de 1992. A Europol afirma que juntamente com o cúmplice Miguel Ricart Tárrega deu boleia a três mulheres e manteve-as em cativeiro antes de as matar. Quando os corpos foram encontrados, revelaram evidências de violação e tortura.

Mais procurados em França

Da lista dos mais procurados em França consta Joël Soudron, um traficante de droga. A Europol diz que liderou o tráfico de cocaína entre 2005-2011, escondendo-se em África, onde foi preso. Em 2016, foi transferido para a França para cumprir uma pena de seis anos. Conseguiu escapar em 2018.

Mais procurados de Luxemburgo

Edinjo Pulti é procurado por tentativa de homicídio em Luxemburgo. De acordo com a Europol, ele usou uma faca para esfaquear dois homens várias vezes. A principal vítima foi atingida na região abdominal e gravemente ferida. De acordo com a estação de televisão luxemburguesa RTL, também é procurado por tráfico ilícito de armas, munições e explosivos.

Informações levam a prisões

Em 2020, a campanha anual "Mais procurados da União Europeia" levou à prisão de cinco dos fugitivos listados. Desde o início da campanha, em 2016, 110 fugitivos foram presos, 41 deles graças a dicas reveladas a partir do website da Europol.

"No centro desta campanha está a justiça para as vítimas", sublinhou o diretor-executivo-adjunto de Operações da Europol, Jean-Philippe Lecouffe, em comunicado. Acrescentou que, ao aceder ao website, as pessoas poderão ajudar a "prender um criminoso de longa data e levá-lo à justiça."