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Restrições da Covid-19 condicionam férias na neve

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De  euronews
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Profissionais de saúde celebram véspera de Natal num hospital de Marselha, França
Profissionais de saúde celebram véspera de Natal num hospital de Marselha, França   -   Direitos de autor  AP Photo/Daniel Cole

Chegou o Natal, o segundo em tempos de pandemia da Covid-19. À semelhança do que aconteceu no ano passado, os Governos impuseram restrições para evitar a propagação da doença.

As limitações de viagens estão a provocar uma onda de cancelamentos nas estâncias de inverno como, por exemplo, em Salzburgo, na Áustria.

A partir deste sábado, a entrada de pessoas provenientes de países considerados de risco como a Grã-Bretanha, a Holanda, a Dinamarca ou Noruega, será mais difícil, uma vez que serão será obrigatória uma quarentena de dez dias.

No entanto, as pessoas triplamente vacinadas e com um teste PCR negativo estão isentas da quarentena obrigatória. No entanto, aplicam-se mais restrições ao regressarem ao país de origem.

O empresário hoteleiro Erwin Schwarz, refere que estão a ter muitos cancelamentos dos clientes alemães, por causa da quarentena obrigatório para os filhos, quando regressassem a casa. Schwarz sublinha que neste momento estão "a transferir, cancelar, gerir, depois chegam novas reservas, é um esforço muito grande".

A época de esqui nas estâncias de montanha da Bulgária está oficialmente aberta.

As reservas para estas férias multiplicaram, em relação ao ano passado. Grande parte dos hotéis em Bansko estão já esgotados para as festas de Natal e de Ano Novo.

A diretora de um hotel em Borovets, Blagovesta Tomova, refere que "cerca de 40 por cento dos hóspedes são do Reino Unido. No segundo lugar está o mercado búlgaro. Cada destino turístico depende do seu mercado interno, pelo que os hóspedes da Bulgária são muito importantes e valiosos", sublinha.

Na Bulgária, os certificados digitais só são exigidos para entrar em restaurantes e hotéis, e o uso de máscaras só é obrigatório nos elevadores.