This content is not available in your region

Portugal, França e Espanha com recordes nas infeções de covid-19

Access to the comments Comentários
De  euronews
euronews_icons_loading
Portugal, França e Espanha com recordes nas infeções de covid-19
Direitos de autor  Michael Probst/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved

A dois dias do ano novo, foram registados mais recordes de novas infeções de covid-19. 

França voltou a registar um novo máximo: 208 mil casos em 24 horas, o número mais elevado na União Europeia desde o início da pandemia. Espanha contabilizou 100 mil novas infeções, também um recorde, e Portugal o número mais alto de sempre: 26 mil e 700 casos num dia. 

A Alemanha decidiu cancelar festas de grande escala e limitar reuniões privadas a 10 pessoas.

Karl Lauterbach, ministro da Saúde da Alemanha apelou à população que seja "muito cautelosa durante os dias da passagem do ano" para evitar novas infeções e para interromper cadeias de transmissão. "Por favor, comemorem em grupos muito pequenos e não se coloquem em perigo", pediu o representante alemão da Saúde. 

Limitação de pessoas no Concerto de Ano Novo da Filarmónica de Viena

A Filarmónica de Viena confirmou que o famoso Concerto de Ano Novo, ao contrário do que aconteceu no ano passado, terá público, mas lugares limitados. Em vez das quase 3 mil pessoas a assistir, a sala de concerto Musikverein receberá 1.000 pessoas, três vezes menos.

Daniel Barenboim, Maestro da Orquestra Filarmónica de Viena, diz que é uma "sorte" poder fazer o concerto com 1.000 pessoas "porque a música tem que ser apreciada ao vivo." 

O Concerto de Ano Novo da Filarmónica de Viena é mundialmente conhecido e tem anualmente 200 milhões de espectadores durante a transmissão que acontece no dia 1 de janeiro. "O facto de termos 92 países a assistir é um gesto maravilhoso para a orquestra mundial, (...) mas basicamente tem de ter público ao vivo, e acho que isso é muito especial nestes tempos difíceis", diz o maestro. 

Tempos difíceis na entrada do novo ano. O terceiro ano de pandemia que começa com infeções em novos máximos.