Uma mulher poderá ser a nova presidente da República de Itália

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Pelo sexto dia consecutivo, os partidos italianos tentam chegar a um acordo para eleger o próximo chefe de Estado.

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Uma mulher poderá subir ao poder em Itália e ser a nova presidente da República - pela primeira vez na história do país. Pelo sexto dia consecutivo, os partidos italianos tentam chegar a um acordo para eleger o próximo chefe de Estado. Tanto a Liga de extrema-direita quanto o Movimento 5 Estrelas concordam que deve ser uma mulher a governar.

Elisabetta Belloni, atual chefe dos serviços secretos italianos, foi a candidata sugerida pela centro-direita, sem muito apoio. O nome mais votado foi o do presidente cessante, Sergio Mattarella, e sempre há a possibilidade de que seja Mario Draghi a assumir a Presidência de Itália.
Giorgia Orlandi
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O outro nome que está em cima da mesa é o da Ministra da Justiça, Marta Cartabia. Para este sábado estão marcadas duas votações - caso não haja consenso na primeira. Em ambas, são necessários 505 votos, a maioria absoluta dos mais de mil eleitores (1.009): entre deputados, senadores e delegados regionais, que devem chegar a acordo antes do final do mandato do presidente Sergio Mattarella a 3 de fevereiro.

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