Manifestantes russos continuam a desafiar autoridades

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Petição contra a guerra já recolheu cerca de 800 mil assinaturas

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Mesmo arriscando a prisão, os manifestantes continuam a sair à rua na Rússia para protestar contra a guerra. Na segunda maior cidade do país, São Petersburgo, terá havido mais de uma centena de detenções, durante a última noite.

Ao todo, calcula-se que cerca de 3 mil pessoas tenham sido detidas, desde que a invasão à Ucrânia começou, por expressarem o desacordo com o governo. O mesmo cenário reproduz-se em Moscovo, Ecaterimburgo e noutras três dezenas de cidades.

Circula também uma petição online já com cerca de 800 mil assinaturas para que o conflito seja travado.

Entre os manifestantes de Ecaterimburgo, encontra-se quem diga sentir "uma vergonha infinita" pelo que está a acontecer e medo pelos que "estão lá e cá", até quem afirme ter náuseas por pensar que vive "num país agressor" que está a provocar mortes.

A luta assume várias formas. Há quem tenha passado a usar frases como "não à guerra" na roupa ou em objetos do dia a dia.

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