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Páscoa Judaica celebrada entre episódios de violência

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De  Ricardo Figueira
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Exército israelita multiplica raides na Cisjordânia
Exército israelita multiplica raides na Cisjordânia   -   Direitos de autor  Majdi Mohammed/AP

A Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, está de novo calma, depois de ter sido palco de confrontos entre a polícia israelita e manifestantes palestinianos, numa altura em que festividades importantes das religiões muçulmana, judaica e cristã coincidem: o Ramadão e as Páscoas, tanto judaica como cristã.

Junto ao Muro das Lamentações, milhares de fiéis judeus, vindos de todo o mundo, juntaram-se para celebrar a Páscoa Judaica (Pesach). 

"É importante estar aqui a celebrar a Pesach. É o festejo que celebra a saída do povo judeu do Egito e a altura em que nos tornámos uma nação, diz Yeshaya, de Melbourne. Emma é médica em Nova Iorque e esta é, para ela, uma reunião familiar importante: "Estou aqui hoje com a minha família, é a primeira vez, em mais de dois anos, por causa da Covid, que estamos todos juntos, e a minha filha mais velha acaba de terminar o serviço militar".

Os últimos dias foram marcados pela violência. O exército israelita fez raides em várias aldeias da Cisjordânia, à procura dos suspeitos de dois ataques mortíferos este mês. 25 palestinianos foram mortos pelo Tsahal, em várias ações, desde o início desta última onda de violência.