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Mais de 1100 localidades ucranianas sem eletricidade

Devastação em Kupiansk, Ucrânia
Devastação em Kupiansk, Ucrânia Direitos de autor  YASUYOSHI CHIBA/AFP or licensors
Direitos de autor YASUYOSHI CHIBA/AFP or licensors
De Euronews
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Rússia tem bombardeado de forma intensa infraestruturas energéticas. Kiev diz que situação é crítica

Sem água corrente, eletricidade ou serviços básicos: num cenário já devastado, a estratégia da Rússia de bombardear intensamente infraestruturas energéticas na Ucrânia deixa a população numa situação ainda mais crítica, face à aproximação do Inverno.

Kiev diz que mais de 1100 localidades ucranianas continuam sem abastecimento elétrico, na sequência dos ataques russos dos últimos dez dias. Segundo o porta-voz dos serviços de emergência ucranianos, algumas delas estão mesmo dentro dos territórios ocupados. Desde o início do mês, 4000 localidades têm registado cortes de corrente.

Pela primeira vez em algum tempo, o Kremlin reclama progressos na região de Kharkiv, onde as forças russas terão reconquistado uma aldeia que tinham abandonado no início de setembro.

Esta terça-feira, a Rússia voltou a recorrer a drones bomba de fabrico iraniano em ataques contra o território ucraniano, o que levou o ministro dos negócios estrangeiros a sugerir ao presidente Volodimir Zelenskyy que corte os laços diplomáticos com Teerão, pela "cumplicidade nos crimes de agressão russa".

O Kremlin tem negado o uso dos drones e o Irão o fornecimento, mas as armas têm sido regularmente filmadas e os peritos não têm qualquer dúvida sobre a sua presença no teatro de guerra.

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