Três mortos em tiroteio numa escola dos Estados Unidos

Polícia na cena do crime, na escola de St Louis, no Missouri, onde morreram três pessoas num tiroteio
Polícia na cena do crime, na escola de St Louis, no Missouri, onde morreram três pessoas num tiroteio   -  Direitos de autor  TIM VIZER / AFP
De  Euronews

Um ex-aluno entrou numa escola do Missouri com uma arma e matou uma professora e uma aluna, antes de ser abatido pela polícia, numa troca de tiros.

Mais um tiroteio numa escola nos EUA. Um antigo aluno surgiu armado numa escola secundária de St. Louis, no estado do Missouri, matando uma professora, uma adolescente e ferindo outras seis pessoas antes de ser abatido pela polícia numa troca de tiros.

Testemunhas dizem que a arma do atirador encravou, acabando por salvar vidas. Desta vez, a polícia surgiu rapidamente no local.

Nos últimos anos, os tiroteios escolares aumentaram nos Estados Unidos, com incidentes como o tiroteio nas escolas primárias de Sandy Hook em 2012, que matou 26 pessoas, e o tiroteio Robb Elementary em Uvalde, que matou 19 crianças e dois professores.

No seu briefing diário à imprensa, a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, deixou uma mensagem ao senado dos EUA.

"Cada dia que o senado não envia uma proibição de armas de assalto à mesa do presidente, ou espera para tomar outras medidas de senso comum é um dia demasiado tarde para as nossas famílias e comunidades afetadas pela violência armada", disse.

Em julho passado, a Câmara dos Representantes dos EUA, controlada pelos democratas, apoiou uma iniciativa de proibição de armas de assalto nos EUA, que não passou no senado.

Os Estados Unidos aprovaram um veto federal às armas de assalto no país em 1994, mas este expirou em 2004 sem renovação pelo congresso.

Os EUA realizarão eleições intercalares a 8 de novembro, para renovarem toda a Câmara dos Representantes e um terço do senado.

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