EventsEventosPodcasts
Loader
Find Us
PUBLICIDADE

Kiev admite situação "difícil" na frente de combate

Unidade de artilharia ucraniana dispara contra posições russas na região de Bakhmut
Unidade de artilharia ucraniana dispara contra posições russas na região de Bakhmut Direitos de autor BULENT KILIC/AFP or licensors
Direitos de autor BULENT KILIC/AFP or licensors
De  Rodrigo Barbosa com AFP / EFE / Lusa
Publicado a Últimas notícias
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Zelenskyy admite situação "difícil" na frente de combate, mas sublinha que as forças ucranianas não vão ceder "nem um centímetro" do território.

PUBLICIDADE

Volodymyr Zelenskyy admite que a situação é "difícil" na frente de combate, mas sublinha que as forças ucranianas não vão ceder "nem um centímetro" de território.

No leste do país, a cidade de Bakhmut - controlada por Kiev, mas rodeada por tropas russas - é um bom exemplo da intensidade dos combates.

No discurso diário à nação, o presidente ucraniano afirmou que a atividade russa na região de Donetsk "continua a um nível extremamente elevado", com "dezenas de ataques todos os dias".

Zelensky disse também que Kiev está a avançar com medidas para fazer fracassar o plano russo de "converter o inverno numa arma" contra a Ucrânia, depois dos ataques contra instalações energéticas.

Na Rússia, o ministro da Defesa Sergei Shoigu inspecionou tropas e atribuiu medalhas a militares pela "coragem e heroísmo" demonstrados no teatro de guerra.

As autoridades russas que controlam a cidade ucraniana de Kherson dizem ter concluído a operação de evacuação, que Kiev define como uma "deportação forçada".

Noutros pontos da região de Kherson já libertados pelas forças ucranianas, peritos em explosivos e investigadores procuram eventuais armadilhas e sinais de potenciais crimes de guerra.

A Assembleia Geral da ONU prepara-se para votar, na próxima segunda-feira, uma resolução para que a Rússia seja responsabilizada por violar o direito internacional com a invasão da Ucrânia.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

"Tinha medo a cada segundo": o relato da vida de uma ucraniana sob a ocupação russa

Stoltenberg diz que 23 países da NATO vão atingir limite mínimo de despesa militar

Despesas globais com armas nucleares continuam a aumentar