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NATO e aliados discutem na Alemanha fornecimento de tanques modernos à Ucrânia

Tanques de guerra.
Tanques de guerra. Direitos de autor AP Photo
Direitos de autor AP Photo
De  Euronews
Publicado a Últimas notícias
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Os membros da NATO e líderes de outros países que apoiam o país irão reunir-se em Ramstein, na Alemanha, para discutir o aumento do apoio militar à Ucrânia.

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Esta sexta-feira, a Ucrânia respira esperança. Os membros da NATO e líderes de outros países,que apoiam o país invadido pela Rússia, irão reunir-se em Ramstein, na Alemanha. Em cima da mesa, deverão estar vários temas, entre eles o aumento do apoio militar a Kiev, que inclui o fornecimento de tanques modernos de combate, por parte dos países ocidentais.

Vamos continuar a doar, continuar a treinar e a estar ao lado da Ucrânia
Ben Wallace
Ministro da Defesa do Reino Unido

O governo lituano disse que, durante o encontro, o Grupo de Contacto de Defesa Ucraniano deveria decidir o aumento do apoio militar à Ucrânia.

Na rede social Twitter, o presidente ucraniano agradeceu à Lituânia pelo apoio militar providenciado recentemente.

A Suécia, por exemplo, acaba também de aprovar um novo pacote de ajuda, que inclui o sistema de artilharia pesada Archer.

O chefe de estado ucraniano disse que, neste momento, "a tarefa chave do Estado ucraniano e dos parceiros é reforçar diariamente o sentimento de que o Estado terrorista não será capaz de conseguir nada na Ucrânia".

Risco nuclear na Ucrânia continua a ser uma constante

O risco elevado de um acidente nuclear na Ucrânia continua a ser uma constante. Foi por esse motivo que o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica se deslocou a Kiev, esta semana, para providenciar apoio para tentar minimizar esse risco.

Na rede social Telegram, o antigo Presidente russo,Dmitri Medvedev, publicou uma mensagem ameaçadora e disse que "a perda de um poder nuclear numa guerra convencional pode provocar uma guerra nuclear".

A Rússia continua, entretanto, a estreitar laços com a Bielorrússia, um dos seus principais aliados durante a guerra, e a culpar, de forma constante, a Ucrânia e o ocidente pela guerra.

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