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Blinken pressiona Turquia a acelerar adesão da Suécia e Finlândia à NATO

Antony Blinken e Mevlüt Çavuşoğlu
Antony Blinken e Mevlüt Çavuşoğlu Direitos de autor Burhan Ozbilici/AP
Direitos de autor Burhan Ozbilici/AP
De  Ricardo Figueira
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Ancara tem vindo a colocar entraves à entrada dos dois países para a Aliança Atlântica, devido à política para com os curdos.

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Os Estados Unidos estão a pressionar a Turquia para acelerar a ratificação da adesão da Suécia e da Finlândia à NATO, a que Ancara continua a pôr entraves. Convencer a Turquia é a principal missão do Secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, na visita ao país.

Blinken elogiou o papel da Turquia no seio de uma Aliança que precisa de ser reforçada face à ameaça da Rússia: "Os Estados Unidos valorizam muito as contribuições da Turquia como membro ativo e de longa data na NATO e continuaremos a trabalhar em conjunto para fortalecer e fazer crescer a nossa aliança, incluindo através da adesão da Suécia e da Finlândia, o que ajudará a fornecer à aliança meios ainda mais fortes e capazes", disse o chefe da diplomacia norte-americana.

Continuaremos a trabalhar em conjunto para fortalecer e fazer crescer a nossa aliança, incluindo através da adesão da Suécia e da Finlândia.
Antony Blinken
Secretário de Estado norte-americano

A Turquia exige que Estocolmo ponha fim ao que chama política de braços abertos com o extremismo curdo.

Disse Mevlüt Çavuşoğlu, ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia: "Os nossos problemas com a Finlândia são menores (do que com a Suécia). O calendário relativo à cimeira da NATO em Vilnius, na Lituânia, está ligado às medidas que a Suécia deve tomar".

A Turquia exige passos nos domínios político, legislativo e judicial, por parte da Suécia, antes da cimeira da NATO, para poder aderir à Aliança. Tal como a Finlândia, a Suécia abandonou a política de neutralidade após a invasão russa da Ucrânia.

Igualmente em cima da mesa no encontro entre os dois chefes da diplomacia esteve a venda de caças F-16 à Turquia, um negócio de 19 mil milhões de euros que o Congresso norte-americano travou devido ao impasse sobre a questão do alargamento da NATO.

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