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Estados Unidos pedem calma a Israel e à Palestina no arranque de missão diplomática

Secretário de Estado norte-americano Antony Blinken no Cairo, Egito
Secretário de Estado norte-americano Antony Blinken no Cairo, Egito Direitos de autor Khaled Desouki/Pool via AP
Direitos de autor Khaled Desouki/Pool via AP
De  Francisco Marques
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Secretário de Estado Antony Blinken em missão diplomática pelo Médio Oriente, num momento de alta tensão entre israelitas e palestinianos

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O secretário de Estado dos Estados Unidos da América iniciou no Egito a missão diplomática desta semana da Casa Branca pelo Médio Oriente com um apelo à calma entre palestinianos e israelitas.

O Cairo foi a primeira escala de Antony Blinken nesta pertinente deslocação oficial que o levará ainda a Jerusalém, capital de Israel, e a Ramalá, cidade-sede da Autoridade Palestiniana na Cisjordânia.

É imperativo que Israel e a Autoridade Palestiniana ponham água na fervura deste “novo e terrível surto de violência”, defendeu o chefe da diplomacia americana, referindo-se à tensão crescente nos últimos dias entre os dois rivais regionais, expressa sobretudo nas consequências da alegada operação antiterrorista de Israel, na quinta-feira, que terminou com sete mortos no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia.

Na sexta, além dos muitos protestos contra a operação israelita, um palestiniano atacou a tiro nas imediações de uma sinagoga, matando pelo menos sete cidadãos israelitas antes de ser abatido pelas forças de segurança hebraicas.

A madrugada de sábado ficou marcada pelo lançamento de roquetes desde a Faixa de Gaza para o território israelita e por um bombardeamento de resposta daquele enclave palestiniano.

O dia de sábado ficaria ainda marcado pelo ataque também com arma de fogo de um adolescente palestiniano, de 13 anos, que deixou feridos dos israelitas, pai e filho. O atacante acabou ferido e detido num hospital israelita.

O governo israelita, de novo liderado por Benjamin Netanyahu e agora marcado pela presença de elementos ultranacionalistas e ultraortodoxos, decidiu entretanto aplicar algumas medidas descritas como antiterroristas, nomeadamente facilitar o porte de armas a israelitas e a retirada de benefícios e documentos de identificação a palestinianos que apoiem o terrorismo, sobretudo se forem familiares de agressores do Estado de Israel além da destruição das casas onde tenham vivido esses terroristas.

O atrito entre israelitas e palestinianos mantém-se tenso, com Antony Blinken já em Telavive, de onde deverá seguir para Jerusalém, onde se deverá tem previsto reunir-se com Netanyahu pelas 16 horas locais (menos duas horas em Lisboa).

Outras fontes • AP, Times of Israel

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