EventsEventosPodcasts
Loader

Find Us

PUBLICIDADE

Chefe do grupo Wagner acusa Kremlin de esconder perdas russas na Ucrânia

Artilharia ucraniana dispara contra uma posição russa na região de Donetsk, na Ucrânia, esta terça-feira
Artilharia ucraniana dispara contra uma posição russa na região de Donetsk, na Ucrânia, esta terça-feira Direitos de autor Evgeniy Maloletka/Copyright 2020 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Evgeniy Maloletka/Copyright 2020 The AP. All rights reserved
De  Kirsten RipperEuronews com AFP, dpa, AP
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button

Prigozhin avisa ainda que Moscovo pode perder a Crimeia para Kiev

PUBLICIDADE

O líder do grupo paramilitar russo Wagner, Yevgeny Prigozhin, diz que o ministério da Defesa da Rússia está a esconder as perdas na Ucrânia e os factos sobre a ofensiva das forças ucranianas.

"Estão a mentir ao povo", revela Prigozhin numa mensagem áudio de quatro minutos publicada esta quarta-feira na rede social Telegram.

O chefe dos mercenários explicou que os ucranianos queriam chegar ao estuário de Molochny, no sul do país, para dividir o território capturado pelas tropas russas na região de Zaporizhzhya.

Também alertou o Kremlin para a possível perda da Crimeia.

Se as coisas continuarem assim, um dia os russos vão acordar e a Crimeia será ucraniana.
Yevgeny Prigozhin
Líder do grupo Wagner

Em 2014, a Rússia ocupou a península ucraniana da Crimeia e incorporou-a no seu território, contrariando as regras internacionais.

O conselheiro de Volodymyr Zelenskyy acredita que Prigozhin está "em pânico" com a situação nas frentes de guerra.

Nos últimos meses, o líder do Wagner queixou-se várias vezes de que os seus soldados não estavam a receber armas e munições suficientes do ministério da Defesa russo e criticou repetidamente a direção militar.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Putin alerta para risco de "guerra civil", ataques começam a sul de Moscovo

Contraofensiva ucraniana segue três direções

Ucrânia sob fogo russo: um morto e infraestruturas danificadas