Chefe da diplomacia ucraniana promete libertação "demore o que demorar"

Dmytro Kuleba, ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia.
Dmytro Kuleba, ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia. Direitos de autor Henry Nicholls/Pool Photo via AP
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Dymtro Kuleba não esconde, no entanto, a fadiga com a guerra.

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O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, admite que a fadiga está a ganhar terreno na guerra, mas que valores mais altos se impõem.

Lembra que os ucranianos estão prontos para uma "longa batalha" e promete a libertação da Ucrânia, "demore o que demorar."

"O nosso objetivo é a vitória. Vitória na forma de libertação dos nossos territórios dentro das fronteiras de 1991. Não nos importa quanto tempo demora. Enquanto o povo ucraniano partilhar esse objetivo, o governo ucraniano vai mover-se de mãos dadas com o seu próprio povo", sublinhou Kuleba.

Após décadas de afastamento, Kiev lançou uma operação diplomática em África para reunir mais apoio.

O chefe da diplomacia ucraniana quer reduzir o "controlo" de Moscovo no continente, que diz assentar na "coerção, corrupção e medo."

Kuleba assegurou que não há pressão do ocidente para acelerar a contraofensiva.

Apesar das enormes quantidades de armamento já fornecidas diz que serão precisas mais armas até a vitória final.

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