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Zelenskyy diz que Conselho de Segurança é "ineficaz" devido ao veto russo

Zelenskyy no Conselho de Segurança da ONU
Zelenskyy no Conselho de Segurança da ONU Direitos de autor Mary Altaffer/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
Direitos de autor Mary Altaffer/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
De  Euronews
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Presidente ucraniano voltou a pedir retirada de estatuto permanente à Rússia e "ações específicas" do Conselho de Segurança

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Volodymyr Zelenskyy diz que o veto russo faz com que o Conselho de Segurança da ONU seja "ineficaz". 

Um dia depois de discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas, pela primeira vez em pessoa desde o início da guerra, o presidente ucraniano voltou a pedir, numa sessão especial do Conselho, que seja retirado o estatuto de membro permanente à Rússia. 

Zelenskyy propôs também "ações específicas" por parte do Conselho de Segurança, como a exigência de uma retirada completa das forças russas.

Volodymyr Zelenskyy, presidente da Ucrânia:"A Assembleia Geral da ONU deveria ter um poder real para ultrapassar o veto. Este será o primeiro passo necessário se for impossível parar a guerra, porque todos os esforços são vetados pelo agressor ou por aqueles que apoiam o agressor."

Apesar de uma grande expectativa acerca de um possível face a face entre Zelenskyy e o chefe da diplomacia russa, os dois não se cruzaram, já que um deixou a sessão antes do outro chegar. Mas Sergei Lavrov também abordou diretamente a questão do veto russo.

Sergei Lavrov, ministro russo dos Negócios Estrangeiros:"A abordagem da Rússia a todas as questões da agenda do dia permanece aberta, não temos nada a esconder e não é difícil expressar esta posição mais uma vez. Além disso, o direito de veto é um instrumento absolutamente legítimo, estipulado na Carta para impedir a adoção de decisões que dividiriam a organização."

Apesar do Secretário-Geral da ONU António Guterres ter voltado a reiterar ao Conselho de Segurança que a invasão da Ucrânia é uma violação clara da Carta das Nações Unidas, Zelenskyy tem sido pressionado por alguns membros - nomeadamente a China, próxima da Rússia - para participar em negociações com vista ao fim da guerra.

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