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Trump diz que os EUA vão entrar na Venezuela "muito em breve"

O Presidente Donald Trump ouve durante uma reunião do Gabinete na Casa Branca, terça-feira, 2 de dezembro de 2025, em Washington.
O Presidente Donald Trump ouve durante uma reunião do Gabinete na Casa Branca, terça-feira, 2 de dezembro de 2025, em Washington. -  Direitos de autor  Copyright 2025 The Associated Press. All rights reserved.
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De Christina Thykjaer
Publicado a •Últimas notícias
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O presidente também enviou uma mensagem à Colômbia, dizendo que qualquer país que trafica drogas para os EUA "está sujeito a ataques".

O presidente dos Estados Unidos deu a entender na terça-feira que os ataques terrestres contra os cartéis de droga na Venezuela vão começar "muito em breve". "Vamos acabar com esses filhos da mãe", disse.

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"No terreno é muito mais fácil. Conhecemos as rotas que eles usam. Sabemos tudo sobre eles. Sabemos onde eles vivem. Sabemos onde vivem os maus da fita. E vamos começar a fazer isso muito em breve", disse Trump numa reunião do gabinete.

Trump advertiu ainda que qualquer país que trafique drogas para os EUA**"está sujeito a ser atacado**". Questionado sobre a Colômbia e a cocaína, o líder respondeu: "Qualquer um que o faça e o venda no nosso país está sujeito a ser atacado". "A Colômbia tem fábricas inteiras de cocaína, qualquer país que o faça está sujeito a ser atacado, não apenas a Venezuela", acrescentou.

Controvérsia sobre o segundo ataque a um suposto narcotraficante

As declarações do presidente foram feitas um dia depois da administração insistir que o segundo ataque a um suposto barco de drogas no Mar do Caribe, durante uma operação militar dos EUA em setembro, foi legal.

A Casa Branca afirmou na segunda-feira que o vice-Almirante da Marinha Frank 'Mitch' Bradley ordenou a segunda incursão e que esta estava "dentro da sua autoridade e da lei".

A operação militar foi objeto de um escrutínio bipartidário por parte dos legisladores, depois de o The Washington Post ter noticiado que o Secretário da Defesa, Pete Hegseth, tinha dado uma ordem verbal para**"matar todos**"os ocupantes do barco.

Hegseth defendeu o ataque na terça-feira, citando o "nevoeiro da guerra" como a razão pela qual não viu sobreviventes na água quando o segundo ataque foi ordenado e lançado.

Segundo os juristas, os militares norte-americanos teriam cometido um crime se os sobreviventes do primeiro ataque tivessem sido mortos. Trump defendeu Hegseth no domingo: "Pete disse que não ordenou a morte daqueles dois homens", afirmou. "E eu acredito nele." Espera-se que Bradley dê um briefing confidencial na quinta-feira aos legisladores que supervisionam as forças armadas.

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