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Xavi Hernández assume seleção nacional dos Países Baixos

Xavi Hernández durante o Mundial de 2026, imagem de arquivo
Xavi Hernández durante o Mundial de 2026, imagem de arquivo Direitos de autor  Copyright 2025 The Associated Press. All rights reserved
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De Jesús Maturana
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A Federação Neerlandesa de Futebol nomeou Xavi Hernández selecionador dos Países Baixos até ao Mundial de 2030. O técnico catalão regressa ao banco quase dois anos após deixar o Barcelona e estreia-se a 24 de setembro frente à Alemanha.

A seleção neerlandesa estava sem selecionador principal desde a saída de Ronald Koeman, que se demitiu depois de a equipa ter sido eliminada nos dezasseis-avos de final do Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá, frente a Marrocos, no desempate por penáltis. Koeman orientava a seleção desde abril de 2022.

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Para colmatar essa vaga, a KNVB escolheu Xavi Hernández, de 46 anos, que não treinava qualquer equipa desde que deixou o Barcelona, em maio de 2024.

A federação neerlandesa confirmou a nomeação em comunicado, no qual referiu que Xavi sucede a Koeman ao abrigo de um acordo válido até ao Mundial de 2030. O organismo acompanhou o anúncio com uma mensagem de boas-vindas nas redes sociais.

A estreia oficial de Xavi está marcada para 24 de setembro, frente à Alemanha, na Liga das Nações. É também a primeira vez em 48 anos que os Países Baixos têm um selecionador estrangeiro, desde o austríaco Ernst Happel, que orientou a equipa no Mundial de 1978.

Padrão que se repete e saída marcada pelo insucesso

Não é a primeira vez que Xavi sucede a Koeman. Já aconteceu em outubro de 2021, quando assumiu o comando do banco do Barcelona. Nessa fase, que se prolongou até maio de 2024, conquistou uma Liga e uma Supertaça espanholas, ambas em 2023, embora tenha deixado o clube depois de perder a Liga 2023-2024 para o Real Madrid e de ser eliminado nos quartos de final tanto da Taça do Rei como da Liga dos Campeões.

O próprio Xavi já tinha manifestado interesse em treinar uma seleção, numa entrevista à “RNE” antes da final do Mundial, na qual explicou que esse formato lhe permitiria conciliar melhor o trabalho com a vida familiar e que o atraía a ideia de competir em torneios como um Mundial, um Europeu ou uma Taça das Nações Africanas.

Agora afirmou que considera uma grande honra assumir o cargo de selecionador nacional dos Países Baixos.

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