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Novo Conselho de Segurança pode impulsionar estratégia de defesa da UE? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews

Presidente do Conselho Europeu António Costa (à direita) conversa com o presidente francês Emmanuel Macron numa reunião da cimeira da UE em Bruxelas, 19 de junho de 2026
À direita, António Costa, presidente do Conselho Europeu, fala com Emmanuel Macron durante a mesa‑redonda da cimeira da UE em Bruxelas, 19.06.2026 -  Direitos de autor  AP Photo/eert Vanden Wijngaert
Direitos de autor AP Photo/eert Vanden Wijngaert
De Elisabeth Heinz
Publicado a •Últimas notícias
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UE recupera ideia de um Conselho Europeu de Segurança, enquanto continuam ataques híbridos russos e dependência dos EUA na NATO é arriscada. Como poderá funcionar? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews.

A UE aumentou de forma significativa a despesa em defesa, incluindo 8,8 mil milhões de euros para o Fundo Europeu de Defesa e 1,7 mil milhões para a mobilidade militar. Segundo o Conselho Europeu, o investimento em defesa dos Estados‑membros cresceu 158,7% entre 2021 e 2026.

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Mesmo assim, segundo a Comissão Europeia, a Europa continua sem um mecanismo de resposta rápida a crises e de coordenação dos esforços de defesa.

Proposto em setembro pela presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, o Conselho de Segurança Europeu (ESC) seria o primeiro fórum permanente de gestão de crises da Europa, garantindo que a segurança e a defesa permanecem na agenda ao longo de todo o ano.

O Conselho de Segurança quer reforçar a unidade operacional, acelerar a coordenação, fortalecer a orientação estratégica e unificar as respostas a crises entre os Estados‑membros.

O ESC insere‑se num esforço mais amplo para reforçar a defesa e a autonomia estratégica da Europa, numa altura em que crescem as preocupações com ataques híbridos russos, violações do espaço aéreo, ciberataques e sabotagem. Relações mais tensas com os Estados Unidos e ameaças repetidas de cortes no financiamento da NATO também empurraram a UE a desenvolver alternativas e a depender mais das suas próprias capacidades de segurança.

A proposta reuniria líderes da UE e parceiros internacionais, entre eles a Ucrânia, o Canadá, a Noruega e o Reino Unido. Através do protocolo de emergência de segurança, inspirado no Artigo 4.º da NATO, os membros poderiam solicitar consultas sempre que considerassem ameaçadas a sua segurança, integridade territorial ou independência política e preparar uma resposta coordenada.

A ideia da Comissão retoma uma proposta de 2018 do presidente francês, Emmanuel Macron, e da antiga chanceler alemã, Angela Merkel, para um ESC, inscrita na Declaração de Meseberg, “Renovar as promessas europeias de segurança e prosperidade”.

Quer saber mais sobre o plano da Europa para criar o seu próprio Conselho de Segurança? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews!

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